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Cantora nana lança videoclipe da música "Menino Carioca"

Vestindo uma capa de chuva verde, a cantora e compositora nana escolheu purpurina e luzes neon para compor a atmosfera do videoclipe de “Menino carioca”, que estreiou hoje (25) em seu canal no YouTube. A faixa é o segundo single de trabalho de seu novo disco independente, “CMG-NGM-PDE”, que chega em setembro.

 

 

Com influência jazzy, a artista canta de forma bem-humorada uma volta por cima depois de viver um amor frustrado, e aposta num arranjo ousado e dançante, com esquetes de voz que misturam gemidos e cuíca.

 

“Serge Gainsbourg é uma das minhas inspirações, nunca neguei que amo música com gemido. Fora que tem a ver com a confiança que a música quer passar, de não esperar aprovação do outro e de se amar acima de qualquer coisa”, afirma a baiana, de 26 anos, que atualmente vive em Berlim.

A canção, gravada ao vivo no estúdio, é marcada pela sonoridade do piano elétrico Rhodes, bateria e baixo acústico, e reflete uma nana autoconfiante e sexy. Já disponível nas plataformas de streaming Apple Music, Claromúsica, Deezer, Google Play, Spotify e Tidal, “Menino carioca” chega logo após a marchinha indiepop “Copacabana”, lançada no início de agosto.

 

 “O vídeo tem uma pegada ousada, e essa ousadia tem a ver com o arranjo, com o humor sutil da música. Se 'Copacabana' é um momento mais melancólico, 'Menino carioca' simboliza quando você vira dona de si e aceita quem você é. A música é um grito de liberdade. Estou mais confiante”, destaca.

 

A artista repete a parceria de “Copacabana”, e tem novamente Marccela Moreno na direção do videoclipe. As imagens, gravadas em um estúdio em Botafogo, no Rio de Janeiro, abusam das cores e dos planos em close-up. “Foram duas horas de filmagem, improvisamos bastante e tudo fluiu muito bem. Eu tinha uma capa de chuva, glitter, luzes, uma máquina de fumaça e olha no que deu”, brinca nana.

 

Confira o videoclipe de "Menino carioca": 

 

 

“CMG-NGM-PDE” estreia em setembro

 

Com produção de Habacuque Lima, mixagem de Diogo Strausz e participações de Lulina e Felipe S., do Mombojó, nana lança em setembro o segundo álbum de sua carreira, depois do aclamado “pequenas margaridas” (2013) e do EP “berli(m)possível” (2015).

Gravado ao longo de abril de 2017 no estúdio Trampolim, em São Paulo, a sigla que dá nome ao álbum remete à planta comigo-ninguém-pode, famosa por ser venenosa e afastar maus-olhados.

 

As 10 faixas que integram o disco prometem refletir a mudança da cantora e compositora para Berlim, em 2014. “A nana de 2017 é uma mulher que teve que aprender com as escolhas, muitas delas duras. Estar longe do Brasil ainda é difícil, apesar de eu amar morar em Berlim. Acaba que por todas as experiências, hoje tenho uma leveza de quem vê humor nas coisas complicadas, e isso acaba refletindo nas composições”, opina.

 

Foto: Divulgação.

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