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Setembro Amarelo: é preciso falar sobre a prevenção do suicídio

O suicídio é tratado como um problema de saúde pública, uma vez que nos últimos anos os números alarmantes não permitem que a questão seja encarada de outra maneira. O assunto – noticiado com cautela pela mídia e discutido com desconhecimento por boa parte da população – ganha visibilidade no mês de setembro com a campanha Setembro Amarelo, que ocorre em todo o País desde 2014, e tem como objetivo a conscientização sobre a importância da prevenção do suicídio. O período foi escolhido porque 10 de setembro é o Dia Mundial de Prevenção do Suicídio.

 

 

Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), o suicídio é a segunda causa principal de morte entre jovens de 15 a 29 anos de idade. Vale ressaltar que boa parte dos casos poderiam ser evitados com a ajuda de profissionais especializados no assunto, da família e de amigos. “Procurar ajuda especializada como psicólogos e psiquiatras é de extrema importância para o diagnóstico e tratamento, como também, a sensibilidade da família, da escola e da sociedade como um todo”, ressalta Sílvia Regina, psicóloga do setor de Medicina Preventiva do Hapvida.

 

Alguns sinais podem evidenciar que a pessoa precisa de ajuda, mas é preciso distinguir, por exemplo, o que pode ser apenas um momento de tristeza e o que de fato pode ser sinal de depressão, que pode ser uma das causas do suicídio. “É necessário falar no assunto, prevenir e tratar. Boa parte das pessoas com tendência suicida ou até mesmo aquelas que não demonstram explicitamente o fato, passam por esse transtorno sem serem percebidas. A constância pelo isolamento, crises de identidade prolongadas e a clara falta de objetivos, assim como outras ações e reações que fogem de quadros isolados de tristeza – como a morte de um ente querido, por exemplo - devem ser cuidadosamente observadas. Assim como é preciso atenção em pessoas que abusam do álcool e de outras drogas”, reforça a psicóloga. 

 

Sobre o Hapvida – Com 3,8 milhões de beneficiários, o Hapvida hoje se posiciona como a maior operadora de saúde do Norte e Nordeste. Os números superlativos mostram o sucesso de uma estratégia baseada na gestão direta da operação e nos constantes investimentos: atualmente, são mais de 16 mil colaboradores diretos envolvidos na operação de 24 hospitais, 74 clínicas médicas, 19 unidades de prontos atendimentos, 66 unidades de diagnóstico por imagem e 58 postos de coleta laboratorial distribuídos em 11 estados onde a operadora atua com rede própria.

 

Foto: Banco de imagens gratuito do Pixabay.

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