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Barre pode ser nova moda das academias no verão

Novas modalidades são constantemente criadas e fazem recuperar o fôlego, o ânimo e o interesse dos alunos nas academias. A novidade do mundo fitness, este ano, é o método barre que pega carona em outras aulas do momento que buscam influências no balé. Ao aliar princípios do balé clássico, da yoga, do pilates e da fisioterapia, tendo a barra como principal elemento de suporte para os exercícios, a aula é um novo jeito de trabalhar principalmente aquilo que as mulheres mais querem, bumbum, pernas e abdômen, além de promover um alto gasto calórico.

 

 

A origem remete ao trabalho desenvolvido pela bailarina alemã Lotte Berk, considerada a mulher que, em 1950, deu às mulheres que não pretendiam se dedicar à dança uma oportunidade de ter o físico exemplar de uma bailarina, com postura ereta, músculos tonificados e membros alongados. “Sobre as bases de Berk, cada professor pode moldar o estilo das aulas. Eu, por também ter formação em pilates, uso os princípios do método a favor da organização postural e muitos acessórios como a mini bola, o anel (magic circle) e halteres leves,  e também utilizo outros acessórios mais comuns na ginástica funcional como a rodinha de exercícios e diversos tipos de elásticos, afirma Jacqueline Ruscitto, proprietária da marca Barre Fit e professora no Khora Centro de Bem-Estar, em São Paulo.

 

Ela ressalta que as sequências priorizam a resistência, com muitas repetições e pouca carga. “A gente chega a fazer 50 vezes um movimento, mas os pesinhos que usamos não têm mais de um quilo.” A influência do balé clássico pode ser identificada no intenso trabalho de equilíbrio, consciência corporal, flexibilidade e tônus muscular. E muito plié (flexão de joelhos). “São movimentos que fortalecem o core. Mas, não duvidem, o barre trabalha o corpo todo, inclusive braços.”

 

 

A aula é completa, incluindo exercício de isometria e fases de alta frequência cardíaca. Tudo ritmado. Aliás, a seleção musical é parte fundamental do sucesso da aula, coreografada ao som de hits atuais – bem diferente da playlist no balé clássico. “Mas não é uma aula de dança. É ginástica”, ressalta Jacqueline.

 

Fotos: Divulgação.

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