Dia Nacional da Mamografia: por que realizar o exame é tão importante

04.02.2020

O Dia Nacional da Mamografia, comemorado em 5 de fevereiro, foi adotado para a conscientização da importância do exame. O câncer de mama é o tumor maligno mais incidente entre as mulheres, principalmente nas idades de 40 a 60 anos. A Dra. Vivian Milani, médica radiologista da Fundação Instituto de Pesquisa e Estudo de Diagnóstico por Imagem (Fidi), alerta que muitos tumores mamários não são palpáveis ou dolorosos, por isso a necessidade de ações preventivas para uma análise precoce.

 

 (Foto: Freepik/jcomp)

 

“A mamografia é capaz de detectar lesões muito pequenas, de milímetros, imperceptíveis à palpação. Quando uma alteração é detectada inicialmente, como, por exemplo, nódulos, as chances de cura são muito maiores”, explica a especialista.

 

O exame deve ser realizado anualmente em mulheres a partir dos 40 anos, ainda que assintomáticas. Contudo, se a paciente tiver fator de risco, como casos na família de câncer de mama, é necessário iniciar o rastreamento precoce. Nesses casos, é indicado iniciar o acompanhamento 10 anos antes da idade que a familiar apresentou a doença.

A realização da mamografia é recomendada após o período menstrual, quando as mamas estão menos sensíveis e inchadas, aponta a Dra. Vivian. “As pacientes que não menstruam mais e apresentam muita sensibilidade ao exame devem informar a técnica de mamografia, o quão sensível são suas mamas e com certeza uma atenção especial será dada. Lembre-se: o exame é muito rápido e os benefícios são inúmeros.”

 

Sobre a FIDI

 

A Fundação Instituto de Pesquisa e Estudo de Diagnóstico por Imagem (FIDI) existe há mais de 30 anos e é responsável por gerir sistemas de diagnóstico por imagem na rede pública de saúde. Fundada em 1985 por médicos professores integrantes do Departamento de Diagnóstico por Imagem da Escola Paulista de Medicina – atual Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) –, a FIDI nasceu com o objetivo de prestar assistência à população, além de contribuir para o aprimoramento de médicos radiologistas por meio de programas de educação continuada, bolsas de estudo e cursos de especialização.

Com 2.500 colaboradores e um corpo técnico formado por mais de 500 médicos, a FIDI realiza anualmente 5 milhões de exames entre ressonância magnética, tomografia computadorizada, ultrassonografia, mamografia, raio-X e densitometria óssea. Desde 2006, a FIDI deixou de ser Instituto e passou a ser denominada Fundação. Em 2009 ganhou status de Organização Social, expandido sua atuação e hoje está presente em 85 unidades de saúde nos estados de São Paulo e Goiás, além de ter participado da primeira Parceria Público-Privada de diagnóstico por imagem na Bahia. As unidades Goiás e SEDI III receberam o selo de “Excelente Empresa Para se Trabalhar” (GPTW) em 2018 e 2019. Neste ano, a unidade de São Caetano do Sul elencou o guia “Melhores Empresas para Trabalhar GPTW – Saúde 2019”.

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