Centro de São Paulo reúne mais de 65 mil estabelecimentos
- Antonio Montano
- há 18 horas
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Desde a fundação da cidade, o Centro é um importante ponto de comércio. Ao longo do tempo, o território deu origem às tradicionais ruas, como a Rua 25 de Março e a Ladeira Porto Geral, e se consolidou como o principal polo econômico. Hoje, reúne mais de 65 mil estabelecimentos, segundo dados da Associação Comercial de São Paulo (ACSP).

"É apaixonante, porque aqui está toda a história da cidade. Tem muitos pontos turísticos, muita cultura, empreendedorismo e serviços. É uma região de oportunidades para todo o país", afirma a diretora-executiva da União dos Lojistas da Rua 25 de Março e Adjacências (UNIVINCO), Cláudia Urias.
Em um trabalho contínuo para manter uma região que reúne polos comerciais da capital, como a Feira da Liberdade, a Santa Ifigênia e o Bom Retiro, cerca de 900 garis são mobilizados diariamente, além de ações de fiscalização e organização das vias públicas.
Segundo a ACSP, os setores de vestuário, serviços de escritório e saúde estão entre os que mais movimentam a economia local. Esse cuidado com a manutenção fortalece novos negócios, os números mostram que o Centro continua recebendo novas empresas, segundo a Associação Comercial de São Paulo, cerca de 4 mil negócios são abertos mensalmente.
Entre as iniciativas para estimular essa expansão está o programa Vem Pro Centro, que oferece incentivos fiscais relacionados ao Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) e ao Imposto Sobre Serviços (ISS) para incentivar a instalação de empresas no Triângulo Histórico.
“O comerciante abre seu negócio, gera empregos, atende bem seus clientes. São vários comércios que sustentam milhares de famílias e contribuem para o desenvolvimento da cidade”, afirma Cláudia, ao destacar que a importância do comércio vai além das vendas e do faturamento.
A ampliação da oferta de moradia integra as ações para estimular a ocupação de imóveis e aproximar mais pessoas. Em julho, a Prefeitura entregou 236 apartamentos na região central. A iniciativa faz parte da estratégia de recuperação de áreas com imóveis sem uso ou subutilizados, incentivando projetos de retrofit voltados à habitação e ao melhor aproveitamento dos espaços.




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